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Atletas e suplementação personalizada

Atletas e suplementação personalizada

O desempenho esportivo representa uma interação dinâmica de vários fatores, entre os quais as práticas dietéticas e a composição corporal são elementos fundamentais. Nesta perspectiva, a importância da nutrição nos atletas está bem estabelecida, com um crescente corpo de pesquisas ressaltando seu papel no aprimoramento do desempenho atlético, na melhoria da recuperação e na redução do risco de lesões e doenças.

No entanto, a abordagem de parâmetro único está se tornando obsoleta, à medida que estratégias nutricionais individualizadas adaptadas a esportes específicos, demandas fisiológicas e metas pessoais de saúde e condicionamento físico ganham destaque.

A importância da nutrição para a performance esportiva de atletas

A nutrição desempenha, portanto, um papel fundamental na otimização do desempenho atlético, influenciando tanto a capacidade de treinamento quanto a recuperação. Atletas, independentemente de sua modalidade esportiva, requerem uma ingestão adequada de energia e nutrientes para sustentar as demandas associadas ao exercício e ao treinamento.

Portanto, uma nutrição adequada pode melhorar a resistência, a força muscular, a composição corporal e a capacidade cognitiva, enquanto uma nutrição insuficiente ou inadequada pode predispor os atletas a lesões e diminuir a eficácia do treinamento.

Estes micronutrientes vão atuar vias metabólicas, na produção de energia, na síntese de hemoglobina e na manutenção da saúde óssea, além de possuírem função imunológica, protegerem o organismo contra danos e atuarem no suporte à recuperação de exercício e lesões. Em caso de exercícios muito intensos, ocorrem adaptações bioquímicas no músculo, gerando uma necessidade maior de micronutrientes.

Além disso, estudos têm explorado como os micronutrientes e as estratégias de hidratação contribuem para reduzir a fadiga e aumentar a eficiência geral do treinamento. A recuperação não é apenas um processo passivo de descanso, mas uma fase ativa em que a nutrição desempenha um papel fundamental.

Desse modo, as estratégias nutricionais corretas durante a fase de recuperação podem melhorar significativamente o reparo e a reconstrução dos tecidos musculares e reabastecer as reservas de glicogênio.

Como saber qual é a melhor estratégia nutricional?

Os requisitos nutricionais variam muito dependendo da atividade física. O consumo de carboidratos está bem estabelecido nas dietas dos atletas de resistência, assim como a importância da ingestão total de proteínas, particularmente após o exercício.

A ingestão de gordura, por sua vez, está sendo cada vez mais enfatizada, especialmente para atletas de ultra resistência. A cafeína é, talvez, o auxílio ergogênico mais comum, embora com limitações devido aos efeitos colaterais; e os nitratos parecem melhorar o desempenho em atletas recreativos não de elite, potencialmente aumentando o tempo de exaustão, melhorando a atividade cardiorrespiratória no limite anaeróbico e, possivelmente, VO2 máximo.

Por sua vez, a suplementação com vitaminas é amplamente utilizada por atletas com o intuito de melhorar o desempenho físico e otimizar a recuperação pós-exercício. Afinal, as vitaminas são micronutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo, desempenhando papéis fundamentais em processos metabólicos, na produção de energia e na proteção contra o estresse oxidativo gerado pelo exercício intenso.

Em atletas, a demanda por esses nutrientes pode ser aumentada, levando à busca por suplementação individualizada como forma de evitar deficiências e melhorar a performance. Estudos indicam que a suplementação de vitaminas, como as do complexo B, C e D, pode trazer benefícios importantes para atletas, especialmente em situações de treinamento intenso e prolongado. As vitaminas do complexo B, por exemplo, estão diretamente envolvidas no metabolismo energético, enquanto a vitamina C é conhecida por sua ação antioxidante, ajudando a reduzir o dano muscular após exercícios extenuantes.

O que diz a ciência sobre nutrientes para atletas?

Um estudo de Ribeiro et al.  (2020) revelou que cerca de 56% dos atletas de elite apresentam insuficiência ou deficiência de Vitamina D, o que pode prejudicar o desempenho e aumentar o risco de lesões musculares e ósseas. Isso destaca a importância de estratégias nutricionais para corrigir essa carência e otimizar o desempenho esportivo.

Assim, as intervenções nutricionais com suplementação de vitamina D são indicadas para atletas profissionais, amadores e praticantes de atividades físicas regulares, especialmente aqueles que treinam em locais fechados ou vivem em latitudes elevadas.

Indivíduos com maior percentual de gordura corporal também podem ter menor biodisponibilidade da vitamina D. Outrossim, as intervenções nutricionais incluem a prescrição de suplementos de vitamina D na dose ideal, considerando fatores individuais como idade, nível de treinamento e exposição solar, com acompanhamento contínuo para ajustes e prevenção de efeitos adversos.

Nesse sentido, a suplementação orientada pode contribuir para a melhora da força muscular, função cardiorrespiratória e recuperação pós-exercício.

Em paralelo a isso, a deficiência de ferro pode conduzir à anemia ferropriva, resultando em sintomas como fadiga, diminuição da capacidade aeróbica e comprometimento da performance atlética. Atletas mulheres são particularmente suscetíveis à deficiência de ferro, em parte devido às perdas menstruais e à possível ingestão insuficiente de fontes alimentares ricas nesse mineral.

Outros nutrientes também são importantíssimos, como o cálcio que é imprescindível para a saúde óssea, enquanto a vitamina D facilita a absorção intestinal desse. Assim, a combinação adequada desses dois micronutrientes é fundamental para a prevenção da osteoporose e fraturas.

Além do ferro, cálcio e vitamina D, outros micronutrientes desempenham papéis vitais na saúde e na performance atlética. O magnésio, por exemplo, é fundamental para a função muscular e produção de energia, enquanto o zinco é essencial para a imunidade, reparo celular e produção de energia.

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Referências

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